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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Confiram os novos singles da Hilary Duff!

Se você como eu cresceu junto com a Hilary Duff, cantando wake up, wake up, on a saturday night, could be in New York maybe Hollywood and Vine, desejando perder o celular em uma festa da escola ou fingir ser uma estrela da música na Itália, deve estar sabendo que a loirinha de 26 anos (vinte e seis gente. Vinte e seis!) está de volta ao mundo da música após sete anos sem material novo, afastada cuidando da vida pessoal e do filhinho lindo dela, Luca. 

Seu novo álbum está previsto para o primeiro semestre do ano que vem e ainda não tem título, mas já possuí dois singles divulgados - e ambos com vídeo-clipes! O primeiro, lançado em julho, é  Chasing The Sun, e o segundo que saiu esta semana é o All About You. Eu simplesmente os amei! O primeiro é leve e divertido, já o segundo tem um ritmo mais dançante; os dois com uma batida envolvente, do tipo que você aperta play durante uma viagem de carro (ou basicamente ouve o dia inteiro, tipo eu).

 
E ai, o que vocês acharam? ;)

O Palácio da Meia-Noite - Carlos Ruiz Zafón

Título Original: El Palacio de la Medianoche
Título Brasileiro: O Palácio da Meia-Noite
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Ano: 2013
Editora: Suma das Letras
Páginas: 271
Sinopse: Ben e Sheere são irmãos gêmeos cujos caminhos se separaram logo após o nascimento: ele passou a infância num orfanato, enquanto ela seguiu uma vida errante junto à avó, Aryami Bosé. Os dois se reencontram quando estão prestes a completar 16 anos. Junto com o grupo Chowbar Society, formado por Ben e outros seis órfãos e que se reúnem no Palácio da Meia-Noite, Ben e Sheere embarcam numa arriscada investigação para solucionar o mistério de sua trágica história. Uma idosa lhes fala do passado: um terrível acidente numa estação ferroviária, um pássaro de fogo e a maldição que ameaça destruí-los. Os meninos acabam chegando até as ruínas da velha estação ferroviária de Jheeters Gate, onde enfrentam o temível pássaro. Cada um deles será marcado pela maior aventura de sua vida. Publicado originalmente em 1994, O Palácio da Meia-Noite segundo romance do fenômeno espanhol Carlos Ruiz Zafón traz uma narrativa repleta de fantasia e mistério sobre coragem e amizade.
SKOOB

Vocês já devem estar cansados de saber, e quem me acompanha nas redes sociais talvez já tenham percebido também, que sou apaixonada pelo Zafón. E mesmo assim, a cada vez que leio seus livros eu caio de amores novamente e sou surpreendida pela história. Tem coisa melhor que isso?
"Ben era como um baú sem fundo, cheio de surpresas e também de mistérios, luzes e sombras."
Não foi diferente com Palácio da Meia-Noite, publicado originalmente em 1994. Parte da Trilogia da Névoa (composta também por O Príncipe da Névoa e As Luzes de Setembro), o livro é fácil e rápido de ler, mantendo o estilo gótico e envolvente do autor. Novamente, Zafón mostra sua capacidade ao conseguir em apenas 271 páginas criar e desenvolver um suspense incrível que te fará teorizar loucamente até os finalmente. Consigo identificar em seus livros a forma de construí-los e aos vilões. Embora a fórmula se assemelhem, as histórias são tão diferentes que não tem como você prever o que vai acontecer (pelo menos eu nunca consigo).

Ele explora a natureza humana e vai até o limiar do sobrenatural, é tamanho o equilíbrio e sua destreza em andar entre o real e o irreal que sua história parece verídica. Aqui em Palácio da Meia-Noite, me vi perguntando se a estação ferroviária Jheeter's Gate em Calcutá existia de verdade (não existe, eu procurei). Tudo me parecia tão intensamente real que não duvidaria estar relatando algo que ele mesmo vivenciou, tamanha riqueza na escrita, que é outro ponto marcante do autor. Muito fluída, envolvente e verdadeira, e há a uma sonoridade presente, é sempre um prazer ler seus livros.
"Entre ruínas e recordações, aquele lugar emanava uma aura de magia e ilusão que só pode sobreviver na memória nebulosa dos primeiros anos de nossas vidas."
E as personagens? Embora Palácio da Meia-Noite tenha uma personagem central, Ben, e diversos amigos que se aventuram com ele, todos são visivelmente bem estruturados e não fogem às suas personalidades. Igualmente bem criado é o antagonista/vilão, como sempre. Já disse em resenhas passadas que os vilões são muito bem feitos, é um primor gente, de verdade. Toda a trajetória do vilão, que influência diretamente a história, o fato de ele não ser apenas um cara malvado cujo plano teria sucesso "se não fosse essas crianças intrometidas". O antagonista é tão interessante quanto a história e eu sempre, sempre, fico curiosa para saber mais sobre ele.

Sou um pouco suspeita para falar de Zafón, sempre tenho grandes elogios para com ele e seus livros. Admito ter dificuldade em resenhar, temo estar sendo sempre repetitiva e batendo nas mesmas teclas e falando a mesma coisa. A experiência de ler Zafón é única a cada livro, acho que somente lendo você entenderá o meu fascínio pelo autor.
"É que nada é tão difícil de acreditar quanto a verdade e, ao contrário, nada é tão sedutor quanto a força da mentira, quanto maior for seu peso."

Avaliação:

domingo, 21 de setembro de 2014

[CANAL] TAG Namorados Fictícios

Oba, vídeo novo! Vamos divagar sobre aqueles personagens especiais em nossos corações? A tag Namorados Fictícios foi criada pelo canal RayKayBook, vocês podem conferir o vídeo delas AQUI.




PERGUNTAS:
1. Namorado mais romântico
2. Bad boy sombrio e mal-humorado com um lado bom
3. Namorado sobrenatural
4. Namorado que você quer domar
5. O cara que você “friendzonou”
6. Sua alma gêmea
7. Namorado com quem você quer fugir Four
8. Namorado com quem você se aventuraria em qualquer lugar
9. Namorado com quem você gostaria de ser preso em uma ilha deserta com
10. Namorado mais badass(fodão) 


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A Culpa na Literatura

Oi, oi, gente, tudo bom com vocês?

A postagem de hoje faz parte de uma proposta da Editora LeYa que eu achei super bacana e decidi participar. A editora lança agora em setembro Willow, um livro que conta a história da personagem-título, cujos pais falecem em um acidente de carro, no qual a menina estava guiando. "Consumida pela culpa, Willow deixa para trás sua casa, amigos e escola e, enquanto tenta retomar a relação de afeto e companheirismo com o irmão mais velho, secretamente bloqueia a dor da perda cortando a si mesma. Mas quando Willow encontra Guy, um rapaz tão sensível e complexo quanto ela, mudanças intensas começam a acontecer, virando seu mundo de cabeça para baixo. Contado de modo cativante e doce, Willow é um romance inesquecível sobre a luta de uma jovem para lidar com a tragédia familiar e com o medo de se deixar viver uma linda história de amor e cumplicidade." Sinopse interessante, né? Mal posso esperar para começar a leitura, o livro está aqui pedindo para ser lido! Mas não estou aqui para falar apenas da minha vontade de ler o livro. A proposta é escrever sobra a culpa na literatura.

Quando parei para pensar sobre o tema, confesso que me deu um branco total. Quais personagens e quais tramas tratavam sobre a culpa? Foi então que me lembrei de Garota Exemplar. Eu ainda não li o livro, mas a Pri já leu e até já resenho aqui no blog (pode conferir aqui). De qualquer forma, Garota Exemplar é uma boa para começar esta postagem, pois o enredo é a dúvida da culpa. Amy, a tal garota exemplar, desaparece e seu marido, Nick, é o suspeito por fazê-la desaparecer, ou pior: tê-la assassinado. É uma trama policial envolvente que gira em torno da culpabilidade ou não de Nick; que no decorrer da narrativa vai dando pistas e deixa nas mãos do leitor até o momento da revelação dos fatos. É um tipo diferente da culpa que Willow sente, mas achei que seria interessante citar o livro aqui, pois se encaixa na proposta.

Seguindo a linha do livro da LeYa, tem o segundo livro da trilogia Divergente, Insurgente. Para quem não leu/não assistiu o primeiro livro/filme, Divergente, não se preocupe que não vou dar spoilers, apenas quem sabe vai entender o que estou falando. Em Insurgente, Tris Prior, a protagonista, precisa lidar com o sentimento de culpa pelos seus atos do primeiro livro. Muita coisa aconteceu, pessoas morreram e ela fez coisas; é atormentada pelas consequências de suas ações. É o tipo de situação em que a pessoa se pergunta "E se?". Se tivesse feito algo, um passo apenas diferente, o resultado teria sido o mesmo? Imagino que poucas pessoas por ai tenham seus parceiros dados como desaparecidos e então se tornam alvo da polícia, então imagino que esse tipo de culpa, a culpa do "E se?", seja o tipo mais comum que nós sentimos. Culpa por fazer algo, culpa por não agir. É algo da natureza humana se perguntar se as coisas poderiam ter sido diferentes, se você poderia ter feito algo para mudar.

Poderia citar outros livros e personagens que lidam com a culpa, mas não quero me estender e fazer um post cansativo. Por isso, fecharei a publicação não com um livro, mas com um autor que admiro demais e tenho paixão por seus títulos: Carlos Ruiz Zafón. Você que acompanha o blog e as redes sociais já deve saber que nutro um amor avassalador por suas obras. O que mais me impressiona no autor é sua habilidade em construir certos personagens antagonistas. São aqueles vilões que, ao chegar no final da leitura, você não sente ódio ou medo, mas pena, pois foram vítimas de situações extremas que saíram do controle e os tornaram o que são. É algo tão bem feito, bem montado, é uma surpresa descobrir como tudo começou ou se deu. Dois, em especial, cujos títulos de livros, me desculpem, não irei citar pois não quero estragar a leitura de primeira viagem, foram trabalhados em cima do sentimento de culpa da personagem. Passaram por situações tão intensas que as personagens deixaram de ser elas mesmas e passaram a ser o vilão da história. Por vezes,  e infelizmente, vilões sem volta. Você só descobre isso no final, mas é o que guia a trama toda. Simplesmente incrível.

E vocês, quais livros ou personagens conhecem que precisam lidar com a culpa (ou a falta dela) de alguma forma? Deixem aqui nos comentários suas indicações!

Willow está em pré-venda na Saraiva.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Futuro e o planejamento (ou a falta dele)

Semana passada na faculdade nos passaram um trabalho sobre nosso planejamento profissional. A professora pediu para que escrevêssemos onde pretendíamos estar daqui a cinco anos e então daqui a dez anos. O que me fez pensar. Resolvi compartilhar com vocês meu devaneio.
Honestamente, eu não planejo meu futuro tão a frente. Mal planejo o meu ano. Tenho intenções e sonhos, objetivos, como toda pessoa normal; mas minhas intenções, meus sonhos e objetivos não são imutáveis. Mudam a cada nova descoberta que faço, a cada reviravolta dentro da minha mente – e isso ocorre com bastante frequência. Não sei onde estarei daqui cinco anos, muito menos daqui a dez. Há dias que gostaria de estar em um lugar, outros dias acordo com vontades totalmente diferentes. A única coisa que posso afirmar é que quero satisfação, tanto na minha vida pessoal quanto na minha vida profissional. Ser feliz, estar bem. Há tantas coisas que quero fazer, só espero ter tempo para realiza-las todas, independente da ordem em que vierem; pode ser amanhã, ano que em ou daqui vinte anos. 
Gosto de pensar que a minha vida é um livro em branco cujos capítulos escrevo a cada dia, sem saber o que vem a frente, mas seja lá o que vier para mim estarei preparada para lidar, já estou me preparando. A vida é cheia de surpresas e cheias de mudanças por si mesma, planeja-la e assumir que tudo permanecerá o mesmo até que cheguemos onde queremos estar, o que não é verdade. 
Mas então, o que eu quero? Eu sei que quero viajar. Conhecer lugares, pessoas e culturas, visitar o passado. Aprender novas línguas, novas habilidades. Eu quero ter a oportunidade de mexer com o mercado editorial, mas também quero o mercado cinematográfico. A chance de trabalhar numa boa agência de publicidade e aprender mais sobre a área que escolhi sem nunca ter planejado seguir por esse caminho. Quero muitas coisas e irei trabalhar para consegui-las, tudo dependerá das escolhas futuras que eu fizer – escolhas estas que ainda estão por vir.
Esses foram os parágrafos que entreguei. Eu poderia ter inventado para satisfazê-la. Poderia ter escrito um planejamento qualquer, um até possível para mim. Mas então, não seria a verdade. Eu não consigo planejar, não consigo visualizar o meu futuro. Não por não ter um ou algo assim, mas porque não me preocupo - e não quero me preocupar - com o que não tenho muito poder sobre. O futuro é incerto e desconhecido, é a página que ainda está para ser virada. Preocupo-me com o que posso fazer por mim agora para ter a chance de agarrar as oportunidades quando elas chegarem. Estar preparada para o que vier, trabalhar para que venham. Pessoas mudam, planos mudam, o mundo muda. Por hora, satisfaço-me em saber o que quero. Quanto ao futuro, lido com ele quando chegar a hora.

FILME: Se Eu Ficar

Título Original: If I Stay
Título Nacional: Se Eu Ficar
Direção: R.J.Cutler
Ano: 2014
Duração: 1h46min
Elenco: Chloe Grace Moretz, Mireille Enos, Joshua Leonard, Jamie Blackley, Stacy Keach, Liana Liberato, Jakob Davies, Aisha Hinds.
Sinopse:A trama envolve uma escolha de Mia (Chloë Grace Moretz), que deve optar entre uma carreira artística em Nova York e seu relacionamento em Oregon. Entretanto, após sofrer um acidente que a deixa em coma e tira a vida de seus pais, ela se vê diante de uma decisão ainda mais complicada: narrando de um espaço entre a vida e a morte, Mia passa a relevar se prefere continuar a vida ou encerrar sua história por ali.
Trailer:


Após minha decepção com o livro (leia a resenha), fui assistir a Se Eu Ficar sem esperar muito, mas na esperança de que fosse melhor que o livro de alguma forma, já que o trailer conseguiu extrair alguma emoção. Realmente, a história se encaixou melhor como filme, embora ainda não entenda o porquê de tanta comoção acerca de Se Eu Ficar. Ainda tenho a sensação de que falta alguma coisa.

O filme é legal. Não achei muito intenso e nem muito emotivo, uma evolução do que achei do livro, que achei mecânico e seco; até derramei algumas lagriminhas em uma cena (mais por mim que pelo acontecido, mas okay). Concluo que o problema deve estar na história, na falta de algum elemento que dê a liga necessária para que as emoções emerjam e haja aquela conexão com quem lê/assiste. Chego a ficar incomodada ao pensar, porque não consigo identificar o que exatamente falta, é como uma coceira no cérebro quando tentamos nos lembrar de algo que a gente sabe que sabe. Entende?

Uma coisa que é fato é que o filme foi muito bem feito. Tem uma fotografia muito bonita, os enquadramentos e movimentos de câmera; a trilha sonora, então, ficou IN-CRÍ-VEL. Foi uma adaptação feliz e bem feita, bem fiel ao livro. As mudanças que ocorreram foram para melhorar, ajudaram a ter uma carga emocional maior que a do livro, ficar mais... impactante algumas coisas. A atuação também não foi ruim. Jamie Blackley, que interpreta Adam, foi um achado. Super simpático e carismático, fez jus ao personagem e arrasou como líder de uma banda de rock. No geral, as atuações foram boas. A mãe da Mia não me convenceu muito, achei meio forçada, e para ser honesta, não achei a atuação da Chloe Grace Moretz, a Mia, grande coisa. Aliás, poderia até ter sido melhor, mais intensa. Talvez seja a própria personagem, não sei, mas ficou limitada.

O filme assim como o livro tem a alteração de cenas com momentos do presente com flashbacks para momentos na vida de Mia. É um pouco cansativo, na verdade, esse vai e volta. Não há um aproveitamento muito bom da emoção das cenas com isso; já há uma falta de comoção, então ficam cortando para outras coisas e então não dá tempo de sentir as cenas.

Avaliação:

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

#QueremosPictaMundi!

Vocês já conhecem Picta Mundi? Ele é o livro de estreia da fofíssima Gleice Couto, dona do blog Murmúrios Pessoais, e tem dado o que falar nas redes sociais! Picta Mundi será publicado de maneira independente, ou seja, sem apoio de alguma editora portanto a Gleice irá imprimir de acordo com os números vendidos em pré-venda (que já está acontecendo, vai até dia 22 de setembro, corram!).

Mas o céu é o limite! Após a Bienal do Livro deste ano, alguns booktubers resolveram lançar a campanha #QueremosPictaMundi para chamar a atenção do mercado editorial para o livro através de uma petição para que ele seja publicado e atinja um maior número de leitores nesse nosso Brasél. Participe você também e assine a petição AQUI.

Alguns sortudos já puderam ler a obra, você pode conferir a resenha deles nos links a seguir (já adianto, todos falam muito bem!): O Livreiro, Burn Book, Geek Freak, Um Leitor a Mais.

SinopseA vida da jovem Letícia virou de cabeça pra baixo após a morte de Raul, seu pai. Até mesmo o colégio onde estuda, o renomado Dippel – um reduto de jovens prodígios, perdeu a pouca graça que tinha. Mas as coisas começam a mudar quando descobre que o desaparecimento de Felipe, o aluno mais promissor do colégio, e a morte de Raul poderiam estar interligados. Daniel, irmão de Felipe, afirma que Raul pode estar vivo, mas, assim como seu irmão, preso em um mundo paralelo dentro de quadros, Picta Mundi. Ao que tudo indica, porém, Raul desaparecera ao procurar os objetos mágicos que os libertariam daquele universo. Agora, somente Letícia pode ajudá-los. Para isso, terá que entrar em Picta Mundi e, junto com Felipe, procurar por seu pai e reunir os itens mágicos. A tarefa não será nada fácil. Em meio a várias aventuras em quadros que retratam momentos da história do Brasil, como os bailes de máscara do início do século XX ou uma aldeia de índios tupinambás no século XVI, eles terão seus conhecimentos e coragem testados em enigmas, passagens secretas, e confrontos com seres perigosos, liderados pelo maligno Donato, que também está atrás dos itens mágicos, mas com o objetivo de usá-los para o mal: dominar Picta Mundi.