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sábado, 25 de outubro de 2014

A Menina Mais Fria de Coldtown - Holly Black

Título Original: The Coldest Girl in Coldtown
Título Brasileiro: A Menina Mais Fria de Coldtown
Autor(a): Holly Black
Ano: 2014
Editora: Novo Conceito
Páginas: 384
Sinopse: No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair. Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown. A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.
"Tana imaginou bocas com presas nas sombras; imaginou mãos frias abrindo caminho pelo linóleo da cozinha, unhas arranhando seus tornozelos enquanto ela se arrastava na escuridão."
Eu sou fã assumida de vampiros. Se um livro tem temática vampiresca, muito provavelmente irei ler em alguma hora. Entretanto, o já saturado gênero me tornou bastante seletiva e exigente com o que leio. Nisso, poucos livros realmente me conquistaram e me deixaram apaixonada por suas histórias, e admito que estava meio temerosa quanto a A Menina Mais Fria de Coldtown, considerando que já tive experiências ruins com livros de vampiros e não queria que esse fosse mais uma decepção, mesmo já tendo gostado do estilo da Holly previamente ao ler Boneca de Ossos. Quando vi a resenha da Katy, do canal Katytastic e o quanto ela adorou o livro, decidi por fim iniciar a leitura. Foi paixão no primeiro capítulo e li em duas sentadas; é um dos melhores livros que li esse ano!

O mundo no livro me remeteu à True Blood (série de tv baseada na série de livros As Crônicas de Sookie Stackhouse): os vampiros se tornaram conhecidos da humanidade, sendo necessário uma resposta nossa a existência desses seres noturnos. Diferentemente de True Blood, a relação interespécies iniciou-se violentamente com a disseminação do vampirismo culminando assim na criação de áreas de quarentena para isolar os vampiros e pessoas contaminadas do resto do mundo, as chamadas Coldtown. O vampirismo passou a ser estudado, as pessoas tiveram que se adaptar para se proteger, surgiram caçadores de vampiros e também aqueles que simpatizavam com eles.

É nesse mundo que Tana viveu maior parte de sua vida, mas para aqueles fora das Coldtown nos Estados Unidos, o dia-a-dia não mudou muito. Até uma festa da sala de Tana - uma que acontecia quase todo final de semana - acaba muito mal e ela é obrigada a se dirigir para a Coldtown mais próxima - e mais famosa - com seu ex-namorado contaminado e um vampiro misterioso que aparentemente não tem interesse em sugar seu sangue ou transforma-la.
"- Porque a morte deveria discriminar entre velhice e juventude você quer dizer? - perguntou ele com calma - A morte tem seus prediletos, como qualquer um. Aqueles que são queridinhos da morte não haverão de morrer."
A Menina Mais Fria de Coldtown é extremamente bem escrito, te suga para dentro das páginas e te faz viver as mesmas aventuras de Tana e seus companheiros. Escrito em terceira pessoa, a maior parte do tempo se passa no tempo presente alternando com alguns capítulos que contam a vida anterior de Tana e de Gavriel, o vampiro que a acompanha, para nos dar uma base da história e dos personagens. Holly Black demostrou domínio sobre o mundo que criou, sem vacilar no enredo os nas personalidades. O livro é cheio de ação, aventura, sangue e muita tensão, ao mesmo tempo, não é um livro pesado ou denso, cuja leitura te canse ou acabe de deixando com mal estar, é um YA de seuspense escrito na medida certa.

Embora se foque em Tana, também há a história de Gavriel sendo contada em paralelo e a certa altura da narrativa, ambas as histórias se encontram e continuam como a mesma. Eu adorei a Tana e o Gavriel, até mesmo o Aidan, o ex da Tana que amadurece bastante na trama. Esses três personagens foram muito bem construídos, especialmente Tana que passa por muita e apesar do medo continua determinada a sobreviver. Muita coisa acontece na história, mas é tudo bem fluído e abordado, os acontecimentos acabam se conectando de alguma forma e se complementando como uma grande teia.

Também gostei muito do título do livro, embora faça mais sentido em inglês. Quando uma pessoa é contaminada por um vampiro, ela não se transforma necessariamente em um. Se ela entrar em quarentena, sem se alimentar de sangue humano, o corpo dela acaba eliminando o "vírus-vampiro". É uma estratégia arriscada e quase não usada. A pessoa contaminada é tida como se estivesse doente, o termo utilizado é Resfriada, em inglês, com uma Cold. Então, em inglês, o Coldest além de se referir ao estado frio também faz relação com a doença, ao estar Resfriada. Achei isso muito bem bolado!
"Naquele instante, com a mão na maçaneta, Tana desejou que sua vida fosse como uma gravação, em que a gente pudesse acelerar todas as partes assustadoras, em que tudo ficou ponta-cabeça, e pulasse para o que viesse em seguida, não importando quão ruim fosse."
O livro não tem muito romance, nem tem muito tempo para se dedicar a ele, embora uma relação especial seja construída entre dois personagens que não vou dizer quem são, seria spoiler já que a relação toma maior forma ao final do livro. E, falando no final, a resolução dos problemas foi uma surpresa que não esperava - muita coisa no livro foi inesperado, aliás - e o finalzinho em si é aberto, o que me deixou extremamente frustrada, embora, de certa forma, eu aprove. Uma relação de amor e ódio com ele, ainda mais porque o livro é único até então, embora Holly diga que talvez possa voltar a escrever sobre ele mais para frente. Estou torcendo para que sim, adoraria ter mais Tana, Gavriel, Aidan e a Coldtown em novas aventuras.

A capa original, que achei muito bonita, foi mantida, As páginas são amareladas e a fonte em tamanho bom, fácil de ler. As páginas são sujas com respingos de sangue e a cada início de capítulo, escrito em letra rabuscada, há uma citação que fala sobre morte. O marcador é lindo, parece uma gota de sangue escorrendo.

Avaliação:

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Quero Ser Beth Levitt - Samanta Holtz

Título: Quero Ser Beth Levitt
Autor(a): Samanta Holtz
Ano: 2013
Editora: Novo Século
Páginas: 544
Sinopse: Amelie Wood perdeu os pais aos doze anos e, desde então, vive em um abrigo de meninas. Com a chegada do seu décimo oitavo aniversário, ela vive agora o temido e esperado momento de deixar o lugar que a acolheu por toda a adolescência para enfrentar o mundo em busca dos seus sonhos. Seu bem mais precioso é o velho exemplar do romance que sua mãe lia para ela, na infância. "Doce Acaso" contava a história de Beth Levitt, uma jovem que, como ela, amava o balé e tinha a vida transformada ao conhecer o príncipe Edward. Amie suspira ao reler incansavelmente aquelas páginas, imaginando quando o príncipe da vida real baterá em sua porta... Por isso, ao soprar as velas, não tem dúvida quanto ao seu pedido: "Quero ser Beth Levitt!". Através de grandes coincidências e uma trajetória que ela jamais imaginaria, Amie se vê, de repente, no fascinante mundo do cinema, cara a cara com o príncipe mais lindo que sonharia encontrar e lutando para se esquivar da maldade de muita gente invejosa, contando, para isso, com sua melhor arma: um coração puro.
SKOOB
"O sentimento que a tomava quando vestia as sapatilhas e se movia no ar era inexplicável. Era como se pudesse libertar-se totalmente do corpo para uma dimensão superior, onde não havia problemas nem tristeza. Apenas ela e a música."
Com certeza você já deve ter imaginado, uma vezinha pelo menos, que máximo seria estrelar uma adaptação daquele seu livro favorito como a personagem principal ao lado daquele ator que te faz suspirar. Eu sei que eu devaneio diversas vezes sobre isso. Já pensou que sorte grande ter a chance de realizar este sonho? É o que acontece em Quero Ser Beth Levitt.

Por conta de uma manobra louca do destino em uma sequência de reviravolta sortudas (até demais), Amelie Wood tem a chance de protagonizar o filme baseado em seu livro favorito de todo o mundo, e de quebra tem a chance de voltar a praticar seu amor: a dança. Ao lado do ator Chris Martin (que não é o cara do Coldplay =P), Amelie vai descobrir que os bastidores da produção de um filme são bem mais intensos do que ela imaginava - ainda mais quando se tem alguém planejando acabar com tudo.

Quero Ser Beth Levitt tem uma pegada leve de contos de fadas, um livro amável e agradabilíssimo de ler, com uma narração fluída em terceira pessoa e muito bem estruturada. Foi uma leitura cheia de surpresas no enredo, mistérios e descobertas feitas juntamente aos personagens - os vilões me pegaram de surpresa e seus motivos também!
"Todo mundo pensa que a saudade é o pior. Mas a saudade que mais dói não é a do que já foi, e sim das coisas que nunca virão."
Amelie é uma mocinha ingênua, que não conhece o mundo e o está desbravando apenas depois de sair do abrigo. No começo pensei que ela fosse chatinha, e algumas vezes me irritou um pouco, mas ela não é do tipo sonsa, que se deixa enganar facilmente ou algo do tipo, o que me agradou: ingênua, mas não tonta, e seu desenvolvimento durante a história é notável, tornando-se mais madura e menos menininha. E o amor dela pela dança é tão intenso e tão palpável, despertou em mim a vontade de voltar a ter aulas de dança e sentir eu mesma o que ela sentia.

O romance foi muito bem desenvolvido, e fiquei extremamente grata por isso. Em meio a amores súbitos e declarações após pouco tempo juntos, foi revigorante um casal construído com esmero e sem pressa. Amelia passou sua via admirando o ator Chris Martin e então pode conhecer e admirar a pessoa que ele é. Os dois se tornam amigos, um respeito e admiração mútua se transformando em carinho para o algo mais. Foi uma evolução sem pressa, que pude aproveitar durante a leitura. Entretanto, admito fiquei um pouco cansada com tantas cenas fofas e algumas clichês dos dois juntos, tudo junto ficou doce demais e um tanto repetitivo.
"Às vezes, a vida simplesmente não nos dá alternativa a não ser dizer adeus."
A edição do livro é tão delicado quando sua história. Além da capa linda, há sapatilhas enfeitando o início de cada capítulo (escrito em fonte cursiva) e um par delas para separar as divisões dentro deles.

Ficou interessado? Que tal eu atiçar sua curiosidade um pouco mais, leia o primeiro capítulo que está disponível aqui.

Avaliação:

sábado, 18 de outubro de 2014

[CANAL] Top 10: Livros Marcantes

Com certeza vocês já viram - se é que já não foram vítimas - de vários desafios do facebook. Um dos últimos que rolou na rede é o Top 10 de diversos temas. Há um bom tempo eu fui indicada por mais de uma amiga para responder o Top 10 Livros Marcantes, e com muita dificuldade consegui eleger os 10 mais mais aqui! Emprestei a ideia da Danie do blog Um Livro & Eu de responder ao desafio no blog, a resposta dela você pode conferir aqui. E ai, qual é o seu Top 10 Livros Marcantes?



quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Quando Eu Era Joe - Keren David

Título Original: When I Was Joe
Título Brasileiro: Quando Eu Era Joe
Autor(a): Keren David
Ano: 2014
Editora: Novo Conceito
Páginas: 318
Sinopse: Imagine o que é perder, em uma única noite, sua casa, seus amigos, Como é possível viver mentindo sobre todas as coisas? Sua escola e até mesmo o seu nome. Aos 14 anos, Ty presencia um crime bárbaro num parque de Londres. A partir desse momento, tudo muda para ele: a polícia o inclui no programa de proteção à testemunha, e Ty é obrigado a assumir uma vida diferente, em outra cidade. O menino ingênuo, tímido, que costumava ser a sombra do amigo Arron, matricula-se na nova escola como Joe... E Joe não poderia ser mais diferente de Ty: faz sucesso com as meninas, torna-se um corredor famoso... Joe é tão popular que acaba incomodando os encrenqueiros da escola. Ser Joe é bem melhor do que ser Ty. Mas, logo agora, quando ele finalmente parece ter se encaixado no mundo, os atentados e ameaças de morte contra sua família o obrigam a viver no anonimato, em fuga constante e sob a pressão de prestar depoimentos sobre uma noite que ele gostaria de esquecer. Um livro – de tirar o fôlego! – sobre coragem e sobre o peso das consequências do que fazemos.

"Nem quero imaginar como vai ser quando tudo voltar. Talvez não volte, e eu passe o resto da minha vida me sentindo como se estivesse atrás de um vidro espesso."
Eu adiei bastante para ler esse livro. Já são muitas séries em minha vida, não queria adicionar mais uma à lista, e eu também não gostei da capa então sua leitura não me atraiu. Mas na semana do saco-cheio estava a fim de ler algo diferente e acabei sucumbindo; no final Quando Eu Era Joe acabou me impressionando.

Tyler e sua mãe entram em um Programa de Proteção do Governo britânico após ele testemunhar um crime terrível em um parque de Londres. Deixaram tudo para trás e tiveram que recomeçar, cheios de mentiras, em uma outra cidade. O que Ty não esperava era que, sendo Joe, seu novo eu, sua vida seria bem mais interessante. Em Londres, Ty era sombra de seu melhor amigo - que não era uma boa influência - Aaraon, mas naquela pequena cidade ele podia ser quem ou o que quisesse livre de qualquer olhar torto ou críticas que o outro pudesse dar.
"Ty teria feito isso, mas Joe é duro e frio e impiedoso, Detesto o antigo Ty quase tanto quanto a odeio."
Através da voz do garoto de 14 anos, o observamos se acostumar a nova vida que inventaram para ele. Entretanto, os problemas parecem seguir Tyler, agora Joe, para onde ele vá: mesmo quando tenta ajudar, as coisas acabam se complicando para o lado dele e Joe precisa responder pelos seus atos. Mais de uma vez. Aos poucos, criamos o quadro de como foi o crime e descobrimos que Tyler tem mais a esconder que um nome falso - embora o segredo segurado o livro inteiro não tenha sido lá grande coisa no final.

Com uma leitura fluída, jovem e extremamente fácil, o livro permeia sobre a violência e más influências na juventude e as consequências de seus atos; passa por assuntos como bullying, relações familiares, amizade e superação de problemas. É uma história bem legal e cheia de ação, quando os caras que Tyler testemunhou contra resolvem ir atrás dele e de sua família para tentar cala-lo.
"O mundo já tem gente má o bastante que pode feri-la sem que você machuque a si mesma."
Quando Eu Era Joe me impressionou porque minhas expectativas para com o livro eram bem baixas, entretanto, apesar de ter sido uma leitura bem bacana, não foi marcante. Tanto que, sendo o primeiro livro de uma série, não estou loucamente louca esperando ansiosa pela continuação AI MEU DEUS preciso saber o que vai acontecer. O que é uma pena, pois a história tem bastante potencial, diria até digna de um seriado policial.

Avaliação:

sábado, 11 de outubro de 2014

[CANAL] Taylor Swift Book Tag

Oláá peeps! Venho com mais uma tag no canal! Yey! Achei ela bem divertida e bacana, sendo uma fã da Taylor e de livros não poderia deixar de respondê-la, não é? ;)
Eu não marquei ninguém pra fazer a tag por pura preguiça, sintam-se à vontade a responder todo mundo! Se quiserem responder por comentários no blog, vídeo ou facebook também está valendo! As perguntas estão ali em baixo do vídeo.




Devido a uma distração(zona) na hora de gravar, acabei pulando a pergunta nove! Respondi ela escrito mesmo, está ali embaixo na compilação das perguntas. ;) 

Perguntas:
1. We Are Never Ever Getting Back Together - escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria "terminar" com ela.  
2. Red - escolha um livro com a capa vermelha.
3. The Best Day - escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).
4. Love Story - escolha um livro com uma história de amor proibida.
5. I Knew You Were Trouble - escolha um livro com um personagem mal, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele. 
6. Innocent (written b/c of Kanye West!) - escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!). 
7. Everything Has Changed - escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.
8. You Belong With Me - um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler.
9. Forever and Always - escolha o seu casal literário favorito. R: Romitri! Dimitri e Rose, de Vampire Academy é meu OTP favorito. <3
10. Come Back, Be Here - escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar. 

11. Teardrops On My Guitar - escolha um livro que te fez chorar muito.

12. Shake It Off - escolha um livro que você ama muito e não está nem aí para os haters. 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Coração da Magia [O Coração da Magia #2] - Larissa Siriani

Título: O Coração da Magia
Autor(a): Larissa Siriani
Ano: 2014
Editora: Literata
Páginas: 190
Sinopse: Apenas alguns meses após os macabros incidentes em Oxford, tudo é paz na vida de Malena Gördon, agora sem magia; ou não? Seus poderes começam a retornar lentamente e, antes que ela tenha tempo de se habituar novamente a eles, um incêndio bem no dia de seu aniversário destrói a Casa Azul. O terreno onde costumava erguer-se a mansão de suas antepassadas passa a ser o novo lar de uma estranha tribo de ciganos, e com eles um mar de perguntas sem respostas, lendas seculares e uma ameaça que poderá destruir a humanidade. E até onde Malena irá para proteger o Coração da Magia de cair em mãos erradas?


Finalmente, após derrotar suas irmãs, Malena pode usufruir da paz e tranquilidade em Oxford. Bem, mais ou menos, uma vez que pesadelos com relação ao baile de outono continuam a assombrar - e sua consciência também. Apesar desse detalhe, as coisas correm bem. Dorothi e a magia não deram mais as caras, seu namoro com Sam está indo de vento em popa e ela se sente cada vez mais em casa na cidade. Até a chegada de uma tribo de ciganos que é muito mais do que aparenta ser e Malena se vê desesperada por ter seus poderes plenos de volta, especialmente quando uma grande ameaça assombra o mundo.

O segundo volume da trilogia O Coração da Magia vem derrubando forninhos e quebrando almas. A senhora é destruidora mesmo, hein. Mas vamos por partes como Jack, o estripador e sem spoilers (deste livro, não prometo nada sobre As Bruxas de Oxford cuja resenha você pode ler aqui).
"Eu nunca ia me acostumar com o lado legal de ser bruxa. Sempre ia ter uma surpresa pra mim."
Eu li o livro bem rápido, e não foi apenas porque minha prima está esperando para lê-lo, mas também porque eu simplesmente não consegui desgrudar de suas páginas e quando por fim acabei, me senti extremamente desolada. O final em suspense, os acontecimentos, a história... Larissa cadê o terceiro volume, minha filha? Ne-ces-si-to. É uma leitura tão fácil e fluída, e incrivelmente envolvente. Muitas vezes fico frustrada com trilogias pois parece que os dois últimos volumes não superam o primeiro, mas não foi o que aconteceu aqui. O Coração da Magia veio ainda melhor que As Bruxas de Oxford - e autora, além de seu nítido desenvolvimento, demonstrou requintes de crueldade também. :)

Malena, que era meio bestinha no primeiro livro, se descobrindo juntamente com a magia, amadureceu bastante. No final do primeiro livros temos um vislumbre de como ele se sente com relação à Megan e até mesmo Kathi, agora podemos ver como ela realmente está lidando com isso, ela e Sam. Apesar de toda maldade da Megan, Malena se sente mal por tê-la matado, afinal, era irmã de seu namorado! A consciência corroendo-a por dentro é tocante e real. Ela matou duas pessoas, caramba! Por outro lado, Sam pareceu superar muito bem (até demais) todos aqueles acontecimentos. E seu papel aqui fica bem maior, agora que sabe da alma bruxa de Malena se torna um grande aliado junto à tia dela, Frida/Zethi. <3
"Cheguei à conclusão de que quando algo dói demais, nós simplesmente paramos de sentir tudo ao nosso redor. O mundo passa a ser algo imperceptível."
Mesmo não estando mais em foco, o passado das von Evans ainda possuí grandes mistérios e retomamos certos acontecimentos que só foi dito por cima e vagamente no primeiro livro. Dorothi também parece esconder segredos de Malena - e estes ainda não foram revelados, estou extremamente curiosa. Frida continua solícita e ainda melhor, eu adoro essa mulher e sua família!

À primeira vista, você pensa que 190 páginas é relativamente pouco, mas acreditem, muita coisa acontece, a história teve um desenrolar gigantesco e importantíssimo, com direito a uma leitura cheia de feels. Amor, solidariedade, compaixão, medo, suspense. Passei por todas as fases para, no final... Ah, o final. Estou em choque ainda. Não esperava mesmo o final. A maior parte do livro foi uma coisa e de repente uma reviravolta e então uma grande surpresa e PÁ o grande acontecimento que me deixou de queixo caído. Não estava preparada para aquilo.

Avaliação:

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Confiram os novos singles da Hilary Duff!

Se você como eu cresceu junto com a Hilary Duff, cantando wake up, wake up, on a saturday night, could be in New York maybe Hollywood and Vine, desejando perder o celular em uma festa da escola ou fingir ser uma estrela da música na Itália, deve estar sabendo que a loirinha de 26 anos (vinte e seis gente. Vinte e seis!) está de volta ao mundo da música após sete anos sem material novo, afastada cuidando da vida pessoal e do filhinho lindo dela, Luca. 

Seu novo álbum está previsto para o primeiro semestre do ano que vem e ainda não tem título, mas já possuí dois singles divulgados - e ambos com vídeo-clipes! O primeiro, lançado em julho, é  Chasing The Sun, e o segundo que saiu esta semana é o All About You. Eu simplesmente os amei! O primeiro é leve e divertido, já o segundo tem um ritmo mais dançante; os dois com uma batida envolvente, do tipo que você aperta play durante uma viagem de carro (ou basicamente ouve o dia inteiro, tipo eu).

 
E ai, o que vocês acharam? ;)