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A Filha do Louco - Megan Shepherd

28 janeiro 2015

Título Original: The Madman's Daughter
Título Brasileiro: A Filha do Louco
Autor: Megan Shepherd
Editora: Novo Conceito
Ano: 2014
Páginas: 414
Sinopse: Juliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira - e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais. De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá- la... Mas, então, ela descobre que o Dr. Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências. Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família.
SKOOB

Sabe aquele livro que parece legal, mas ai quando você vai ler ele te joga no chão e pisa em cima de você de tão bom que ele é? Tive essa experiência com A Filha do Louco. Eu recebi o livro, achei interessante mas fui adiando a leitura e passando outros livros à frente, em parte porque eu achei que seria algo parecido com O Livro das Loucuras e das Curas - toda essa coisa de estar em busca do pai desaparecido que parece ser louco. Oh, bem, estava enganada e acabou sendo uma das melhores leituras de 2014.

Emma Watson será Bela, no live-action da Disney "A Bela e a Fera"

26 janeiro 2015

Há alguns minutos Emma Watson anunciou em sua página oficial no facebook que ela dará vida a personagem Bela, no novo filme live-action da Disney: A Bela e a Fera. Confira a postagem abaixo:

#MARATUBE2015: os livros, top 3 e rabiscos

18 janeiro 2015

Olá pessoal! Primeiro vídeo da MaraTube Literária 2015 já no canal! Estou tão ansiosa com esse projeto!! Nesse primeiro vídeo eu digo quais serão os sete livros que lerei nos próximos dias, também cumpri os dois desafios de hoje: top 3 livros lidos por causa do youtube e recriar uma capa de livro. Quem ai está participando também da #MaraTube2015


O Feitiço Azul [Bloodlines #3] - Richelle Mead

08 janeiro 2015

Título Original: The Indigo Spell
Título Brasileiro: O Feitiço Azul
Autor(a): Richelle Mead
Ano: 2013
Editora: Seguinte
Páginas: 400
Sinopse: A atual missão da alquimista Sydney Sage fez com que ela revisse seus conceitos não só sobre os vampiros, mas também sobre a própria organização à qual pertence, responsável por esconder a existência dessas criaturas do resto da humanidade. Sydney acabou descobrindo um grupo dissidente que tinha muito em comum com os alquimistas, mas objetivos bem mais radicais. Certa de que seus superiores estão guardando segredos sobre essa facção paralela, ela contará com a ajuda do misterioso ex-alquimista Marcus Finch para tentar desvendá-los. Mas isso só será possível se ela conseguir escapar de uma ameaça ainda mais urgente; uma feiticeira cruel que suga a alma de jovens usuárias de magia. Enquanto isso, a garota luta contra os sentimentos cada vez mais fortes pelo rebelde vampiro Adrian Ivashkov. Há tabus e preconceitos milenares arraigados entre as duas raças, que representam um obstáculo enorme para esse relacionamento. Mas Adrian é persistente e é o único em quem ela confia para enfrentar as ameaças que se aproximam. Será que Sydney conseguirá se libertar do seu modo de vida e se render a esse romance?
SKOOB

ATENÇÃO: Contem spoilers de O Lírio Dourado

Minha experiência com Vampire Academy me deixou extremamente cautelosa com o terceiro livro da série Bloodlines. Sabe como é, após tudo aquilo e aquele imenso desgaste emocional, se me permitem o uso do eufemismo, em Tocada Pelas Sombras (terceiro volume de VA) é meio que esperado né? Ah, cara, eu li O Feitiço Azul com bastante cuidado, virando cada página devagar e com o menor movimento para não assustar ninguém, tamanho meu medo.

Feliz Ano Novo + Desafio de Leitura 2015!

01 janeiro 2015

Feliz feliz feliz ano novo pessoal!!! Mais um ano começando... Eu venho aqui desejar a vocês, queridos leitores e seguidores, meus amigos e família, um ótimo 2015! Que vocês o aproveitem bastante - com juízo hein? -, que ele venha cheio de alegrias e cheio de conquistas para vocês. Muitos livros, muitas séries, muita música. E não se esqueçam do mais importante: o Amor, acima de tudo. Que esse ano tenha mais tolerância e menos ignorância e ódio.
"Embora venhamos de lugares diferentes, falemos línguas diferentes, nossos corações batem como um só" - Dumbledore

[FILME] O Quebra-Nozes

29 dezembro 2014

Título Original: The Nutcraker
Título Brasileiro: O Quebra-Nozes
Direção:Andrei Konchalovsky
Ano: 2010
Duração: 1h50min
Elenco: Elle Fanning, John Turturro, Nathan Lane, Frances de la Tour, Richard E. Grant, Charlie Rowe, Aaron Michael Drozin, Yulia Visotskaya.
Sinopse: Mary (Elle Fanning) ganha de presente de Natal um boneco quebra-nozes. Durante a noite, algo extraordinário acontece: o brinquedo ganha vida e se transforma em um jovem príncipe (Charlie Rowe), os dois então acabam embarcando em uma aventura para ajudar ele a recuperar seu reino que foi roubado por um Rato (John Turturro).
Trailer:(para ver com legenda, selecione a opção no próprio vídeo)



Quando eu era pequena meu pai tinha uma coleção de CD's clássicos separados por seus compositores, tais como Mozart e Beethoven, Eu adorava aqueles CD's, mas o meu favorito mesmo era o Tchaikovsky; O Lago dos Cisnes e, especialmente, O Quebra-Nozes. Eu costumava colocar um dos CD's dele para tocar e dançava na sala, me imaginando no palco com as sonhadas sapatilhas de ponta - à época eu fazia ballet ainda, então estava totalmente empenhada e sonhadora. Quando me deparei com O Quebra-Nozes na locadora, justamente na semana de Natal, fui levada rapidamente à infância e envolvida pela nostalgia e dos sentimentos tenros daquela época. Apesar de conhecer as músicas e ouvi-las há anos, admito que não sou uma conhecedora de fato da história. Aliás, não sabia que o balé era baseado em um livro - adicionado automaticamente à minha lista de leituras obrigatórias - escrito por E.T.A Hoffman e publicado em 1816, intitulado O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos. Obviamente, eu o aluguei.

E eu gostei do filme. Achei fofo e encantador, com um pouquinho de tudo: magia, aventuras, músicas, suavidade e ao mesmo tempo um pouco sombrio. Pode parecer uma mistureba louca que não dá certo, mas em O Quebra-Nozes o roteiro funcionou e a atuação também, culminando em um filme gostoso de assistir e que me remeteu minha infância. Conseguiu conquistar até mesmo meu irmão de 12 anos que a princípio não queria ver.

O filme se ambienta em Viena, Áustria, no início do século XX. Mary e seu irmão não recebem muita atenção de seus pais, que apesar de os amar, estão sempre ocupados e não "perdem tempo" incentivando a criatividade e imaginação, especialmente de Mary. É seu tio. Albert - que parece muito com o Einstein - que abastece as alegrias infantis de fato para os dois. Em um Natal, ele dá de presente a menina uma casinha de boneca de madeira com seus próprios moradores peculiares e um quebra-nozes. Naquela mesma noite, graças a sua crença e imaginação, o boneco cria vida para ela e a apresenta a um mundo totalmente novo escondido dos nossos olhos, um em que uma guerra secreta ocorre: contra os Ratos horríveis que tomaram a cidade do Quebra-Nozes (apelidado de QN). Sem hesitar e com muita coragem, Mary se junta à luta para expulsar os ratos trazer alegria e luz novamente à cidade.

Intercalando a realidade com o mundo mágico, sombrio e visual steampunk dos brinquedos, o filme me envolveu do início ao fim com a inocência e bravura de Mary, interpretada brilhantemente por Elle Fanning. O mundo encantado dos objetos não-tão inanimados forneceram algumas alegrias com seus personagens extrovertidos e diferentes. É interessante observar o ritmo do filme: começa suave, alegre, cheio de magia e descoberta. Então estamos no meio de uma batalha, com perseguições e ação, correria tentando tirar os Ratos que usurparam o poder e governam de maneira totalitária, e apesar do certo tom sombrio e agitado que o clímax do filme atinge, não torna o filme pesado ou denso, você continua ali, torcendo pelos personagens com os olhos na tela. Mesmo que os efeitos especiais não sejam láááá aquelas coisas.

A trilha sonora, claro, é por conta do próprio Tchaikovsky, apesar de terem sido levemente adaptadas, são totalmente reconhecíveis e ganharam letra. Ah sim, tem alguns e ótimos números musicais, bem ao estilo Mamma Mia! (apenas mais uma razão para ter gostado do filme: amo musicais, mesmo que esse não seja o foco do filme). Cantarolei o filme inteiro? Cantarolei. Faria de novo? Com certeza.

Avaliação:

Picta Mundi - Gleice Couto

26 dezembro 2014

Título: Picta Mundo
Autor(a): Gleice Couto
Ano: 2014
Editora: Publicação independente
Páginas: 284
Sinopse:A vida da jovem Letícia virou de cabeça pra baixo após a morte de Raul, seu pai. Até mesmo o colégio onde estuda, o renomado Dippel – um reduto de jovens prodígios, perdeu a pouca graça que tinha. Mas as coisas começam a mudar quando descobre que o desaparecimento de Felipe, o aluno mais promissor do colégio, e a morte de Raul poderiam estar interligados. Daniel, irmão de Felipe, afirma que Raul pode estar vivo, mas, assim como seu irmão, preso em um mundo paralelo dentro de quadros, Picta Mundi. Ao que tudo indica, porém, Raul desaparecera ao procurar os objetos mágicos que os libertariam daquele universo. Agora, somente Letícia pode ajudá-los. Para isso, terá que entrar em Picta Mundi e, junto com Felipe, procurar por seu pai e reunir os itens mágicos. A tarefa não será nada fácil. Em meio a várias aventuras em quadros que retratam momentos da história do Brasil, como os bailes de máscara do início do século XX ou uma aldeia de índios tupinambás no século XVI, eles terão seus conhecimentos e coragem testados em enigmas, passagens secretas, e confrontos com seres perigosos, liderados pelo maligno Donato, que também está atrás dos itens mágicos, mas com o objetivo de usá-los para o mal: dominar Picta Mundi.
Depois de meses esperando, cada vez mais ansiosa, finalmente pude ler Picta Mundi! Como os livros não chegam em casa, só pude ir busca-lo um dia antes de sair de férias e voltar para minha cidade, então aproveitei e o trouxe comigo na mala pensando nas leituras que farei nesses meses de intervalo. O negócio acabou sendo o seguinte: Maria abre o livro no ônibus e pensa "lerei apenas cinco capítulos, só para sentir a vibe da história e tals. Depois vou desmaiar na poltrona" Mas o que aconteceu foi que li o livro inteirinho durante a viagem. Sem nem perceber que fazia isso! Se isso não é um sinal, não sei o que é.


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